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  • Óleo de Pracaxi: benefícios para a pele, regeneração, estrias e elasticidade

    O óleo de pracaxi é um dos ativos vegetais mais interessantes da Amazônia para regeneração e elasticidade da pele. Extraído das sementes da árvore Pentaclethra macroloba por prensagem a frio, ele se destaca pelo alto teor de ácido behênico — uma das maiores concentrações naturais registradas em óleos vegetais — além de ácido oleico, linoleico…

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  • Óleo de Copaíba: benefícios para a pele, ação anti-inflamatória e como usar

    O óleo de copaíba é um dos ativos mais versáteis e estudados da Amazônia para o cuidado da pele. Diferente dos óleos fixos de polpa ou semente, ele é um óleo-resina extraído de forma sustentável do tronco da árvore Copaifera spp. Rico em sesquiterpenos — especialmente o β-cariofileno — e diterpenos, como o ácido copálico,…

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  • Disposição a pagar por biocosméticos sustentáveis: o que o consumidor realmente valoriza

    A disposição a pagar (DAP) por biocosméticos sustentáveis, é um dos indicadores mais importantes para entender o real potencial de mercado dos óleos vegetais amazônicos. Não basta o produto ser natural ou ter origem responsável. É preciso saber se o consumidor está disposto a pagar mais por isso — e principalmente, o que realmente influencia…

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  • Título: Mulheres extrativistas e a bioeconomia dos óleos vegetais amazônicos

    Por trás de cada gota de óleo de andiroba, buriti, pracaxi, açaí ou copaíba existe um trabalho que quase nunca aparece nos rótulos: o das mulheres extrativistas. Elas são, em grande parte, as responsáveis pela coleta, pelo beneficiamento inicial e, muitas vezes, pela organização comunitária que mantém as cadeias de óleos vegetais florestais vivas. No…

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  • Título: Rastreabilidade em biocosméticos: por que a origem do óleo importa tanto

    A rastreabilidade se tornou um dos temas mais importantes no mercado de biocosméticos. Em um cenário em que o consumidor está cada vez mais atento à origem dos ingredientes e ao impacto real dos produtos que utiliza, saber de onde vem o óleo vegetal deixou de ser um diferencial e passou a ser uma exigência…

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  • Como uma biocosmetóloga com 10 anos de prática chegou ao mestrado em Engenharia Florestal

    Muitas pessoas me perguntam, com genuína curiosidade e, às vezes, com certo espanto: como alguém que passou uma década formulando, testando e comercializando biocosméticos — e que chegou a desenvolver um produto para uso em contexto de radioterapia — decide fazer mestrado em Ciências Florestais, na área de Engenharia Florestal? A resposta não é simples…

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